Menu principal
Menu principal

Simule o seu seguro

365888~|mapfre~|HOGAR-32~|

Casa

Informações úteis

Menu principal

Simule o seu seguro

365888~|mapfre~|MASCOTAS-32~|

Animais Domésticos

Menu principal
Menu principal

Simule o seu seguro

365888~|mapfre~|VIDA-Y-DECESOS-32~|

Vida

Menu principal

Profissionais Liberais

MAPFRE Poupança

O caminho para a felicidade

Quem disse que o dinheiro não compra felicidade é porque não está a gastá-lo corretamente!

 

A ligação entre o dinheiro e o nosso emocional é muito forte, mas muito complicada. Consequentemente, o tipo de relação que temos com o dinheiro define a nossa felicidade e como conseguimos alcança-la.  Para entendermos melhor esta matéria é necessário perceber de que forma o dinheiro molda o nosso espirito e como nos relacionamos com o mesmo.

Dinheiro Tóxico

Este é aquele que gastamos no último modelo de telemóvel ou naquele dia de compras (inconsequente) no shopping. Este dinheiro é, na maioria das vezes, uma ação impulsiva para nos proporcionar uma sensação ilusória de felicidade temporária, seguida de frustração e culpa.

O consumismo proporciona-nos uma satisfação momentânea, tal acontece porque criamos o desejo de obtenção de algo e não descansamos até conseguirmos adquirir esse bem. Assim que fazemos a compra, esta desvaloriza na nossa mente.

Este acontecimento deve-se a sermos altamente adaptáveis e, por isso, coisas com pouco valor temporal rapidamente deixa-nos de fazer sentido. Por exemplo, quando compramos um telemóvel topo de gama e saí um upgrade, a nossa compra perde valor. O mesmo acontece quando comparamos o nosso estilo de vida ao dos outros.

Consumismo consciente

Podemos concluir que a quantidade de dinheiro não tem relação direta com a felicidade. Estes apenas são sinónimos quando o dinheiro é gasto de uma forma consciente e que acresça valor.

Se o consumismo traz infelicidade, porque é que se diz que se é mais feliz com mais dinheiro? De que forma é que o dinheiro nos proporciona felicidade?

Indepêndencia 

Mais do que o conforto de podemos resolver facilmente pequenos acidentes e inconvenientes no dia a dia, como é o caso da avaria de um carro ou um eletrodoméstico estragado, é a capacidade de sermos independentes das adversidades próprias da vida – como a insatisfação no trabalho, divórcio etcs.

Experiências

Muitos são os estudos que demonstram que comprar experiências proporciona maiores níveis de satisfação e menor frustração. Ao contrário de bens materiais, as experiências não são facilmente comparáveis, dando a sensação que conseguimos retirar sempre algo de positivo da compra. São também temporárias e, consequentemente, atribuímos-lhes um valor acrescentado.

Tempo

Se há algo que valorizamos é termos mais tempo. Este pode ser obtido através do consumo de serviços que nos facilitam o dia a dia – como serviços de limpezas e uber – proporcionando-nos mais horas livres. Esta possibilidade de termos mais tempo livre para fazer o que gostamos traz-nos satisfação e, naturalmente, felicidade.Se há algo que valorizamos é termos mais tempo. Este pode ser obtido através do consumo de serviços que nos facilitam o dia a dia – como serviços de limpezas e uber – proporcionando-nos mais horas livres. Esta possibilidade de termos mais tempo livre para fazer o que gostamos traz-nos satisfação e, naturalmente, felicidade.

Adote comportamento mais responsáveis!

Agora que já sabe a diferença do dinheiro bem e mal gasto, é preciso entender como poupar para alcançar a capacidade financeira para poder usufruir deste conforto financeiro. A ideia de poupança pode ser assustadora, mas difícil é começar!

Pode parecer impossível cortar em despesas e despender todos os meses de uma certa quantia de dinheiro, mas comece por se questionar quais são as despesas realmente necessárias para a sua sobrevivência e quais lhe proporcionam felicidade a longo prazo.

1.Estabeleça um orçamento mensal

Faça uma lista de gastos mensais e distinga as despesas essenciais, das despesas supérfluas – é essencial que no fim do mês sobre 10% dos seus rendimentos.

2.Renegocie os seus contratos de serviços

Analise os seus serviços mensais e, anualmente, veja quais as empresas que estão mais em conta no mercado.

3.Peça faturas de tudo

Embora nem sempre nos lembremos de pedir o número de contribuinte, a verdade é que esta pequena ação pode proporcionar um reembolso de 250€ no IRS.

4.Crie um fundo de emergência 

É altamente aconselhável que tenha uma poupança que cubra 6 a 12 meses de todas as suas despesas fixas e variáveis essenciais.

5.Pague as suas dívidas

Comece por acabar com as dividas dos cartões de crédito e só depois com os créditos automóvel, casa e assim sucessivamente.

O meu budget mensal

De forma a conseguirmos uma relação mais saudável com o dinheiro é essencial que definamos um orçamento mensal.

 

Porque é que é tão importante?

 

  1. Consciencializa-nos da nossa realidade financeira.
  2. Permite que não gastemos dinheiro que não temos.
  3. Aprendemos a trabalhar o dinheiro em direção aos nossos objetivos.

Qual é a minha realidade financeira atual?

Antes de definirmos o nosso budget temos que analisar a nossa situação atual e o nosso contexto. Devemos perceber a média mensal de todas as entradas e saídas de dinheiro.

Entradas de dinheiro

Ao analisar os rendimentos é preciso ter em conta se estes são fixos ou variáveis. Ao calcular as entradas variáveis, é importante que seja realista e considere os últimos meses.

  • Salário liquido
  • Outros extras: freelancer; investimentos; pensões; rendas; subsídios…

Saídas de dinheiro

É hora de investigar todos os gastos! O café que tomo de vez em quando também conta? Também! É necessário anotar todas as despesas que temos para percebermos para onde é que o dinheiro está a ir.

Despesas fixas
  • Despesas essenciais (renda, eletricidade, agua, gás…)
  • As de conforto (streaming, ginásio, subscrições…)
  • Créditos/taxas (carro, banco, dívidas…)
Despesas variáveis

Estas são mais difíceis de calcular, mas analisando os últimos meses conseguimos ter uma ideia daquilo que acabamos por gastar no dia a dia.

  • Essenciais (roupa, comida, farmácia…)
  • Conforto (restaurantes, entretenimento, lavandaria…)
Despesas pouco frequentes

Aqui falamos daquelas mais pontuais, como é o caso das férias, aniversários, natal etcs

Entradas vs Saídas

Após percebermos quais são todos os nossos rendimentos e as nossas despesas, conseguimos concluir se o nosso saldo é positivo, neutro ou negativo.

Saldo = entradas – saídas

Quando apresentamos um saldo positivo, significa que estamos bem encaminhados e temos mais dinheiro a entrar do que a sair: conseguimos poupar.

Se o saldo é neutro, significa que os rendimentos são iguais às despesas e, por isso, é preciso reduzir nas despesas.

Mas, se o saldo é negativo, é mau sinal pois estamos a gastar dinheiro que não temos. É essencial que avalie o que está a acontecer e crie um plano para mudar este cenário.

     

    Criar um Budget

    Agora que temos noção do panorama das nossas finanças, podemos delinear um plano e pôr o trabalhar o dinheiro para as nossas metas.

    Quero ir a Veneza

    O primeiro passo é definirmos objetivos. Para o que é que estamos a poupar? Para criar um fundo de emergência? Para um carro? Para uma viagem no final do ano?

    Primeiro, devemos definir um objetivo especifico: definir exatamente para o que estamos a poupar, por exemplo: passar o carnaval em Veneza.

    De seguida, reconhecemos quanto vamos precisar para o atingir, neste caso teríamos que analisar todos os custos da viagem a Veneza nessa altura do ano. Imaginemos que ficava a 1357€.

    Dado que anteriormente já fizemos uma análise da nossa realidade financeira, é necessário analisar se este esforço é possível. Se de momento o nosso saldo encontra-se a negativo, então este objetivo não se adequa, pois não será alcançável.

    Além de percebermos se temos condições para o atingir, temos que ser realistas. Por exemplo, se seu carro começou a dar problemas, provavelmente vai precisar de comprar um novo num futuro próximo, interferindo com a sua poupança. Analise todas as situações possíveis.

    Por fim, deve definir exatamente em quanto tempo quer atingir esse objetivo. Para isso, é preciso analisar todas as variáveis anteriores e perceber qual é o esforço mensal que pode fazer. Por exemplo, se definir um prazo de 10 meses, terá que poupar 135,7€.

    Assim, conseguimos definir um objetivo exato:

    Durante os próximos 10 meses vou juntar mensalmente 135,7€, para ir passar o carnaval a Veneza.

    Lembre-se sempre que um bom objetivo deve ser:

    • Especifico
    • Mensurável
    • Atingível
    • Realista
    • Definido no tempo

    Tenho um objetivo e agora?

    Agora está na hora de pegarmos na tesoura e cortarmos nas despesas!

    Comecemos por analisar as despesas essenciais: podemos trocar por opções mais em conta? Se calhar pode mudar para supermercado mais barato ou não precisa daqueles 10GB de dados no seu telemóvel. Analise todos os cenários e seja critico.

    De seguida, corte nas despesas de conforto: quantas subscrições tem que se calhar já nem usa – ir uma vez por mês ao ginásio não conta! Avalie as despesas a mais e faça escolhas.

    Por fim, tenha em consideração os créditos, estes são uma grande razão para parecer que o seu dinheiro não rende: tente abater ao máximo as suas dividas.

    Após avaliar as despesas que podem ser cortadas defina, de forma distinta, quanto é que mensalmente vai despender para: essenciais, conforto e poupança.

    Após ter um orçamento definido, não se esqueça de fazer um acompanhamento mensal de todos os ganhos e gastos.

     

    Quem disse que o dinheiro não compra felicidade é porque não está a gastá-lo corretamente!

     

    A ligação entre o dinheiro e o nosso emocional é muito forte, mas muito complicada. Consequentemente, o tipo de relação que temos com o dinheiro define a nossa felicidade e como conseguimos alcança-la.  Para entendermos melhor esta matéria é necessário perceber de que forma o dinheiro molda o nosso espirito e como nos relacionamos com o mesmo.

    Dinheiro tóxico

    Este é aquele que gastamos no último modelo de telemóvel ou naquele dia de compras (inconsequente) no shopping. Este dinheiro é, na maioria das vezes, uma ação impulsiva para nos proporcionar uma sensação ilusória de felicidade temporária, seguida de frustração e culpa.

    O consumismo proporciona-nos uma satisfação momentânea, tal acontece porque criamos o desejo de obtenção de algo e não descansamos até conseguirmos adquirir esse bem. Assim que fazemos a compra, esta desvaloriza na nossa mente.

    Este acontecimento deve-se a sermos altamente adaptáveis e, por isso, coisas com pouco valor temporal rapidamente deixa-nos de fazer sentido. Por exemplo, quando compramos um telemóvel topo de gama e saí um upgrade, a nossa compra perde valor. O mesmo acontece quando comparamos o nosso estilo de vida ao dos outros.

    Consumismo consciente

    Podemos concluir que a quantidade de dinheiro não tem relação direta com a felicidade. Estes apenas são sinónimos quando o dinheiro é gasto de uma forma consciente e que acresça valor.

    Se o consumismo traz infelicidade, porque é que se diz que se é mais feliz com mais dinheiro? De que forma é que o dinheiro nos proporciona felicidade?

     

    Independência

    Mais do que o conforto de podemos resolver facilmente pequenos acidentes e inconvenientes no dia a dia, como é o caso da avaria de um carro ou um eletrodoméstico estragado, é a capacidade de sermos independentes das adversidades próprias da vida – como a insatisfação no trabalho, divórcio etcs.

    Experiências

    Muitos são os estudos que demonstram que comprar experiências proporciona maiores níveis de satisfação e menor frustração. Ao contrário de bens materiais, as experiências não são facilmente comparáveis, dando a sensação que conseguimos retirar sempre algo de positivo da compra. São também temporárias e, consequentemente, atribuímos-lhes um valor acrescentado.

    Tempo

    Se há algo que valorizamos é termos mais tempo. Este pode ser obtido através do consumo de serviços que nos facilitam o dia a dia – como serviços de limpezas e uber – proporcionando-nos mais horas livres. Esta possibilidade de termos mais tempo livre para fazer o que gostamos traz-nos satisfação e, naturalmente, felicidade.

    Adote comportamento mais responsáveis!

    Agora que já sabe a diferença do dinheiro bem e mal gasto, é preciso entender como poupar para alcançar a capacidade financeira para poder usufruir deste conforto financeiro. A ideia de poupança pode ser assustadora, mas difícil é começar!

    Pode parecer impossível cortar em despesas e despender todos os meses de uma certa quantia de dinheiro, mas comece por se questionar quais são as despesas realmente necessárias para a sua sobrevivência e quais lhe proporcionam felicidade a longo prazo.

    1. Estabeleça um orçamento mensal

    faça uma lista de gastos mensais e distinga as despesas essenciais, das despesas supérfluas – é essencial que no fim do mês sobre 10% dos seus rendimentos.

    2. Renegocie os seus contratos de serviços

    Analise os seus serviços mensais e, anualmente, veja quais as empresas que estão mais em conta no mercado.

    3. Peça faturas de tudo

    embora nem sempre nos lembremos de pedir o número de contribuinte, a verdade é que esta pequena ação pode proporcionar um reembolso de 250€ no IRS.

    4. Crie um fundo de emergência

    É altamente aconselhável que tenha uma poupança que cubra 6 a 12 meses de todas as suas despesas fixas e variáveis essenciais.

    5. pague as suas dívidas

    Comece por acabar com as dividas dos cartões de crédito e só depois com os créditos automóvel, casa e assim sucessivamente.